SISTEMAS SUSTENTÁVEIS DE PRODUÇÃO DE MILHO NO NOROESTE PAULISTA

Wander Luis Barbosa Borges, Jorge Luiz Hipólito, Wilson Stringhetta, Flávio Sueo Tokuda, Adriano Custódio Gasparino, Rogério Soares de Freitas

Resumo


A associação de espécies em sistemas integrados, juntamente com a utilização de práticas conservacionistas, como a adoção do sistema de semeadura direta, desponta como opção na recuperação de pastagens degradadas e na produção de madeira, sem deixar de lado as demais atividades agrícolas tradicionais. O presente trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o cultivo de milho em três sistemas sustentáveis de produção: sistema de semeadura direta, sistema agrossilvipastoril e sistema agropastoril, na região Noroeste Paulista. Os parâmetros avaliados na cultura do milho foram: altura de inserção da primeira espiga, altura de plantas, estande final ha-1, número de espigas ha-1, massa de cem grãos e produtividade de grãos. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições. Os dados foram submetidos ao teste F e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (p<0,05). Constatou-se que o cultivo de milho em sistema agrossilvipastoril implantado há oito anos teve menor estande que o sistema agropastoril e menor massa de cem grãos e produtividade de grãos que os sistemas de semeadura direta e agropastoril no Noroeste Paulista.

Palavras-chave


Sistema de semeadura direta. Sistema agropastoril. Sistema agrossilvipastoril

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DOI: http://dx.doi.org/10.3738/1982.2278.2993