INFLUÊNCIA DE MODOS DE APLICAÇÃO DA CO-INOCULAÇÃO NO DESEMPENHO AGRONÔMICO DE SOJA

Ivana Marino Bárbaro-Torneli, Everton Luis Finoto, Flávio Sueo Tokuda, Cibele Nataliane Facioli Medeiros, Adriano Custódio Gasparino, Wander Luis Barbosa Borges, Rogério Soares de Freitas, Gustavo Pavan Mateus, Jorge Luiz Hipólito, Gerson Cazentini-Filho, Marcelo Luiz Casteleti

Resumo


Objetivou-se avaliar a eficiência agronômica da co-inoculação em soja com o uso de inoculantes comerciais, em diferentes modos de aplicação. Os experimentos foram conduzidos em campo, na safra 2017/18, em Riolândia, SP e Pindorama, SP. Os tratamentos foram 1: testemunha; 2: 200 kg de nitrogênio ha-1; 3: inoculação tradicional das sementes com Biomax® Premium Líquido Soja (A); 4: inoculação no sulco de semeadura com A; 5: co-inoculação nas sementes [A + Biomax® Premium Líquido Milho (B)]; 6: co-inoculação A nas sementes + B no sulco de semeadura; 7: co-inoculação A + B no sulco de semeadura; 8 e 9: testemunha da co-inoculação com o inoculantes da concorrência, respectivamente, nas sementes e sulco. O delineamento foi em blocos casualizados, com cinco repetições, em esquema fatorial de 2 locais e 9 tratamentos, sendo os dados submetidos a análise de variância pelo teste F e comparação das médias pelo teste de Scott-Knott a 5%. Foram avaliados alguns caracteres agronômicos e produtividade de grãos em R8. Para efeito de locais, Riolândia destacou-se mostrando maiores valores médios para estande final, altura de planta na maturação e produtividade de grãos. Para efeito de tratamentos, verificou-se alta significância estatística apenas para produtividade de grãos. A co-inoculação A + B no sulco de semeadura (tratamento 7) produziu 4590 kg ha-1 e proporcionou incrementos significativos, de respectivamente, 279, 554 e 967 kg ha-1 em relação às médias de produtividade do segundo grupo formado pelos tratamentos 2, 3, 4, 6 e 9, do terceiro grupo com os tratamentos 5 e 8 e do quarto grupo representado pela testemunha (tratamento 1).

Palavras-chave


Glycine max L. Azospirillum. Sulco de semeadura. Tratamento de sementes

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.3738/1982.2278.3008