INFLUÊNCIA DO ESPAÇAMENTO E DO ESTÁDIO DE DESENVOLVIMENTO DA PLANTA NA PRODUÇÃO DE BIOMASSA E VALOR NUTRICIONAL DE Tithonia diversifolia (HEMSL.) Gray

Autores

  • Ronan Gualberto UNIMAR
  • Oscar Francisco Souza Júnior UNIMAR
  • Nídia Raquel Costa UNESP
  • Caio Doretto Braccialli UNIMAR
  • Lucas Aparecido Gaion UNIMAR

DOI:

https://doi.org/10.3738/nucleus.v8i1.362

Palavras-chave:

Tithonia diversifolia. forrageira arbustiva. produção de biomassa. valor nutricional.

Resumo

Tithonia diversifolia, conhecida como girassol mexicano apresenta alto potencial de utilização no Brasil, em função de sua a adaptação às condições de baixa fertilidade do solo, dos diversos tipos de uso e de seu elevado valor nutricional. Objetivou-se avaliar a produção de biomassa e o valor nutricional de Tithonia, em função de espaçamentos e estádios de desenvolvimento das plantas. Conduziu-se o experimento em Marília-SP em delineamento blocos casualizados, em esquema fatorial 3 x 3, em três repetições. Os tratamentos foram os espaçamentos E1: 0,50 x 0,75 m, E2: 0,75 x 0,75 m e E3: 1,0 x 0,75 m e os estádios de desenvolvimento das plantas (pré-floração, floração e pós-floração). A produção de biomassa fresca no menor espaçamento foi superior aos demais somente na pós-floração, já a produção de biomassa seca na pós-floração não apresentou diferenças entre E1 e E2, porém nestes a produção foi superior ao E3. Para os teores de PB, EE, FB, MM, celulose e lignina, a interação entre os tratamentos não foi significativa. Os espaçamentos não afetaram o teor de PB, porém na pré e pós-floração os valores foram superiores ao da floração. Para os teores de FB, MM e celulose ocorreram diferenças entre espaçamentos e estádios da planta e para a lignina, somente para estádios da planta. Para os teores de FDN e FDA ocorreu interação significativa entre os tratamentos. O menor teor de FDN foi obtido no E1 e na pré-floração, porém não diferiu estatisticamente do E2 e do estádio floração. Para o teor de FDA, os melhores resultados foram obtidos nos espaçamentos E2 e E3 e na pré-floração. Baseado na produção de biomassa e na análise bromatológica, conclui-se que principalmente no menor espaçamento e na pré-floração que o uso de Tithonia é uma alternativa promissora como suplementação protéica na alimentação animal.

Biografia do Autor

  • Ronan Gualberto, UNIMAR
    Prof. Dr. Genética e Melhoramento de Plantas. Coordenador Engenharia Agronômica. Ciências Agrárias. UNIMAR - Universidade de Marília. ronan@flash.tv.br
  • Oscar Francisco Souza Júnior, UNIMAR
    Mestrando em Agronomia (Produção Vegetal). UNIMAR - Universidade de Marília.
  • Nídia Raquel Costa, UNESP
    Mestranda em Agronomia (Sistemas de Produção). UNESP - Câmpus Ilha Solteira
  • Caio Doretto Braccialli, UNIMAR
    Acadêmico do Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR. Universidade de Marília.
  • Lucas Aparecido Gaion, UNIMAR
    Acadêmico do Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR. Universidade de Marília.

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Publicado

29.04.2011

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

INFLUÊNCIA DO ESPAÇAMENTO E DO ESTÁDIO DE DESENVOLVIMENTO DA PLANTA NA PRODUÇÃO DE BIOMASSA E VALOR NUTRICIONAL DE Tithonia diversifolia (HEMSL.) Gray. (2011). Nucleus, 8(1). https://doi.org/10.3738/nucleus.v8i1.362

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