TUMOR DE GLÂNDULA APÓCRINA EM CADELA

Heloisa Alves Duella, Maria Julia Ferreira de Oliveira, Mariana Estorino Moreno, Ricardo Lima Salomão, Cleber Jacob Silva de Paula

Resumo


As lesões causadas por essa neoplasia podem ser únicas ou difusas e ou até mesmo ulceradas, é comum se desenvolver em região inguinal e axilar. Relato de caso de uma cadela de 12 anos que por meio de exame ultrassonográfico, radiográfico e histopatológico, onde foi sugerido diagnóstico de Carcinoma de glândula apócrina e neoplasia primária pulmonar. O paciente apresentava membro torácico direito edemaciado, excessiva secreção ocular e tumor ulcerado na região de pescoço. Foi submetido à quimioterapia com dois antineoplásicos, a doxorrubicina e ciclofosfamida. O cão veio á óbito poucos meses após início do tratamento. É uma neoplasia maligna, com histórico de recidivas e podendo levar a metástase, na qual é melhor diagnosticado através de exame imuno-histoquímico.

 


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